Dia 22 de Setembro foi o Dia Nacional do Atleta Paralímpico, e a RCM EVENTOS ESPORTIVOS incentiva a prática do esporte e entende seu papel na vida das pessoas com deficiência, por isso apoia a conscientização e redução do preconceito.

O esporte paralímpico é um veículo para inclusão da pessoa com deficiência na sociedade e sua oficialização possibilitou a integração e a melhoria de vida de milhares dessas pessoas, tornando seus sonhos possíveis e trazendo-lhes oportunidades diversas. Com as campanhas de conscientização podemos reduzir ainda mais o preconceito mostrando para o mundo que não há limites/não há barreiras que impeça àqueles que, com muita garra e coragem, vão em busca de seus sonhos.

História

O esporte adaptado para deficientes surgiu no começo do século XX, com atividades esportivas para jovens com deficiências auditivas. Mais tarde, iniciaram-se atividades como natação e atletismo para deficientes visuais. Para portadores de deficiências físicas, o esporte adaptado só começou a ser utilizado após a Segunda Guerra Mundial, para reabilitação e inserção social dos soldados que voltavam para casa mutilados.

Os jogos olímpicos especiais para atletas com deficiência foram organizados pela primeira vez em Roma em 1960, imediatamente após os Jogos Olímpicos. Eles são considerados os primeiros jogos Paralímpicos. Cerca de 400 atletas vindos de 23 países competiram em 8 esportes, 6 deles ainda inclusos no programa de competição Paralímpica (tênis de mesa, arco e flecha, basketball, natação, esgrima e atletismo). Desde então, os Jogos Paralímpicos são organizados a cada quatro anos, sempre no mesmo ano dos Jogos Olímpicos. Fruto do crescimento do esporte adaptado, em 1964, foi criada a Organização Internacional de Esportes para Deficientes (ISOD).

Benefícios

  • Nos aspectos físicos e motores: melhora a condição cardiovascular dos praticantes, aprimora a força, a agilidade, a coordenação motora e o equilíbrio;
  • No aspecto social: proporciona a oportunidade de sociabilização com pessoas portadoras e não portadoras de deficiências, torna o indivíduo mais independente para a realização de suas atividades diárias e faz com que a sociedade conheça melhor as
    potencialidades dessas pessoas especiais;
  • No aspecto psicológico: melhora a autoconfiança e a autoestima das pessoas portadoras de deficiência, tornando-as mais otimistas e seguras para alcançarem seus objetivos.

 

FONTE: UVESP